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HISTÓRIAS LOANDENSES

“Ter três pais é um privilégio para mim”, diz moradora de Loanda

No Histórias Loandenses especial Dia dos Pais, Nathália Beulke conta como foi crescer com diferentes referências paternas.

Publicado em 08/08/2026 às 07:50

Nathália cresceu cercada pelo amor de três figuras paternas (Foto: Acervo pessoal)

Em comemoração ao Dia dos Pais, celebrado neste domingo, o quadro Histórias Loandenses do Portal da Cidade mostra que a paternidade pode ser vivida de diferentes formas.

A moradora de Loanda, Nathália Correia Beulke, de 24 anos, teve a sorte de crescer cercada pelo amor de três figuras paternas: o pai biológico, o avô e o padrasto.

Nathália Beulke, filha

Histórias loandenses

Eu me sinto muito privilegiada por ter meus três pais. São pessoas com quem posso contar para qualquer coisa. Sei que posso recorrer a cada um deles, em sua individualidade.

Nathália Beulke, filha

Ainda pequena, com apenas 2 anos de idade, Nathália se mudou para Loanda após a separação dos pais biológicos, Simone e Gelson. Na época, ela passou a morar com a mãe na casa dos avós maternos.

O PAI BIOLÓGICO

A distância não impediu o vínculo entra ela e o pai biológico, que permanece até hoje. Gelson faz questão de destacar o orgulho que sente pela filha: “Tenho muito orgulho dela, por ser uma menina muito esforçada”, comentou.

Nathália ao lado do pai e do meio-irmão, Mateus.

O AVÔ MATERNO

Além do pai biológico, outra referência paterna na vida da jovem desde cedo foi o avô, Walmir. “Eu sempre via meus tios e minha mãe chamando o meu avô de pai, então comecei a chamar também e assim é até hoje”, conta.

Ela ainda relatou ao Portal da Cidade que era o avô quem ia nas apresentações escolares e para quem ela entregava as lembrancinhas de Dia dos Pais. "A mãe dela trabalhava e eu cuidava dela na minha borracharia. Quando dava um tempinho eu brincava com ela. Eu a considero minha filha duas vezes", diz o avô.

O PADRASTO

O padrastro Pedro se tornou o "terceiro pai" quando Nathália tinha aproximadamente 12 anos. "Ele ainda não tinha filhos quando me conheceu, então eu senti que ele desenvolveu o papel de pai", relembra.

Pedro lembra que a relação entre os dois se fortaleceu naturalmente ao longo dos anos. “Apesar de eu não ser o pai biológico dela, a considero como minha filha”, afirma.

Nathália no casamento da mãe, Simone, com Pedro. Ao lado dos irmãos Lucas e Matheus.

"Tive o privilégio raro de encontrar três pais ao longo da minha vida, o que me prova que o afeto verdadeiro transcende o sangue. Mas sei que nem todo mundo tem essa sorte. Por isso, que a ausência paterna seja um lembrete da força que existe em quem aprende a caminhar de cabeça erguida", finaliza a jovem.

Fonte: Portal da Cidade Loanda

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