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Piracema

Restrição da pesca no Paraná termina neste sábado (1º)

Com o fim do defeso, volta a ser permitida a pesca de espécies nativas.

Publicado em 27/02/2025 às 13:34
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O ciclo teve início em novembro e busca preservar a reprodução natural dos peixes na bacia do Rio Paraná. (Foto: IAT)

O período de defeso da Piracema termina neste sábado (1º) no Paraná. Com o fim do defeso, volta a ser permitida a pesca de espécies nativas. O ciclo teve início em novembro e busca preservar a reprodução natural dos peixes na bacia hidrográfica do Rio Paraná. A ação é anual e normatizada pela Portaria 377/2022.

Nos próximos dias, o órgão ambiental vai apresentar um balanço com os números de apreensões e Autos de Infração Ambiental (AIA) emitidos durante a Piracema. No último período, entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024, foram lavrados 92 AIAs, com multas que totalizaram R$ 265 mil. Houve ainda a apreensão de 194,68 quilos de peixe, além de materiais e equipamentos como redes de pesca, molinetes, carretilhas, anzóis, entre outras ferramentas de pesca utilizadas irregularmente.

Na região de Loanda, foram aplicados quase R$ 50 mil em multas. Duas apreensões foram realizadas em Diamante do Norte: uma em janeiro, quando dois homens, de 32 e 45 anos foram presos e 120kg de peixe foram apreendidos; e outra em fevereiro, em que outros dois homens foram presos e pouco mais de 14kg de peixe foram apreendidos.


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A restrição de pesca é determinada pelo IAT há quase duas décadas, em cumprimento à Instrução Normativa nº 25/2009 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O IAT é um órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), responsável, também, pela fiscalização do cumprimento das regras na pesca.

A lei de crimes ambientais define multas de aproximadamente R$ 1.200 por pescador e mais de R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, podem ser apreendidos se ficar comprovada a retirada de espécies nativas durante o defeso, com cobrança de R$ 100 por apetrecho recolhido. O transporte e a comercialização também são fiscalizados no período.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

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